Produtos da Floresta garantem renda justa e preservação da Amazônia

Pagamento justo pelos produtos da floresta fortalece famílias e incentiva a conservação da Amazônia.

O Projeto Biodiverso segue reforçando a importância de valorizar a  sociobiodiversidade como caminho para manter a floresta em pé. Uma de suas  principais estratégias é garantir que os povos indígenas e comunidades tradicionais  recebam um pagamento justo pelos produtos que a floresta oferece de forma  sustentável, como borracha nativa, castanha-do-brasil e açaí. 

Essa valorização impacta diretamente a vida de centenas de famílias, promovendo  geração de renda, autonomia e segurança alimentar. Somente nos dois primeiros  anos do projeto, em 2024 e 2025, o volume de produção das cadeias produtivas  sustentáveis apoiadas pelo Biodiverso já ultrapassa 23 mil toneladas,  demonstrando que a floresta em pé é economicamente viável e mais vantajosa do  que práticas predatórias. 

Ao tornar a produção da borracha nativa, da castanha-do-brasil e do açaí mais  atrativas, o Projeto Biodiverso contribui diretamente para a conservação de 1,4  milhão de hectares da Amazônia no noroeste do Mato Grosso, fortalecendo o  compromisso das comunidades com a proteção de seus territórios. 

“Quando a comunidade é reconhecida e recebe de forma justa pelo seu trabalho,  ela tem condições de investir em sua qualidade de vida e, ao mesmo tempo, reforça  o compromisso de proteger seu território. É um ciclo que beneficia tanto as famílias  quanto a floresta”, afirma Sávio Gomes, coordenador do projeto. 

A iniciativa está alinhada aos quatro objetivos do Projeto Biodiverso: o  desenvolvimento da cadeia de valor dos Produtos Florestais Não Madeireiros  (PFNM), a inclusão e o empoderamento feminino, a conscientização ambiental e o  fortalecimento institucional das comunidades. 

Patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e  com apoio do Governo Federal, o Projeto Biodiverso mostra que a preservação pode  ser sinônimo de prosperidade. Ao garantir que os povos da floresta tenham  condições justas de viver do que produzem, o projeto promove justiça social,  conserva a biodiversidade e contribui para a mitigação da crise climática.

Fonte: Assessoria de comunicação